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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Governo "Agora é Trabalho" é uma DESGRAÇA (Essa é a palavra certa)

Prometi a mim mesmo não escrever mais sobre o desGoverno do Prefeito Jeová de Aguiar, (Porque falar desse "governo" é tão chato quanto contar carneirinhos pra dormir em noites de insônia) mas hoje quebro essa promessa.  A paralisia administrativa esboçada e vivenciada por esses mentores políticos desse governo é patética e recai sobre uma população cordeirinha demais, tão complacente que é capaz de perdoar 70 vezes 7 tantas desgraças gerada por um governo inerte, corrupto e calculista.

A grande ferida aberta que sangra pelos corredores da prefeitura, nos corredores das escolas, do hospital, nos corredores da vida enfim, não são apenas os atrasos de salários, o não pagamento de fornecedores, nas pouquíssimas obras e ainda assim super faturadas (Ex. Asfalto da av. Therezinha Abreu Vita), a ferida sangra em sua mais frágil vertente, a população de Santana do Araguaia que recebe a pancada dos atos insanos descritos acima, que vai ao posto de saúde e falta médico, que é internada no hospital municipal e falta soro fisiológico, falta medicamentos básicos, falta estabilidade econômica no comércio, é o fulano que não recebeu, que não paga ciclano, que não paga beltrano, e as dívidas se acumulam e os juros aumentam,  é um grande efeito dominó que gera o endividamento das famílias santanenses, a falta de saneamento básico, e o mais mísero grau de "cagada" gerado por essa administração é a falta de merenda escolar pras crianças que são o futuro da nação -se sobreviverem é claro!- Exagero? Mas a miséria ainda é a principal matéria-prima da violência.

O muito-pouco que evoluiu por aqui, vale dizer que é raro e desconhecido, são obras do acaso como o fenômeno que vemos em todos os períodos chuvosos: A água do Rio Campo Alegre sobe e as canoas sobem juntas, e não o contrário. Esse governo é patético, é sinônimo de desgraça (se quiserem rebater, rebatam, o Blog Bicho de Pé está de portas abertas).

A partir do dia primeiro de janeiro de 2013 mais uma vez temos grandes promessas de mudanças e eu vou continuar torcendo por uma mudança realmente significativa nessa cidade, e que seja para melhor, mesmo com o meu ceticismo "impregnado na alma" (porque acho que é muita gente pra comer uma paca só, e muita gente que contribuiu pra cagada pronta que aí está, e outra quem tem "cú" alugado não tem direito de cagar - mas isso é outro assunto que falarei em breve.) desejo toda sorte do mundo a Eduardo da Machado para que seu governo (Esse governo agora e não daqui a 16 anos) seja realmente SÓ ALEGRIA COM A GRAÇA DE JEOVÁ (alegria e Jeová nos sentidos majestosos das palavras).


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Política Nacional: Dilma relembra sua natureza, faz propaganda eleitoral com dinheiro público, mistifica sobre o passado e ainda tenta sequestrar a estabilidade para o petismo! Foi o seu pior momento em dois anos!

Por Reinaldo Azevedo

O PT não reconhece a diferença entre estado, partido e governo. Não é uma disfunção particular, uma invenção sua, um traço distintivo. É herança de um pensamento. O partido é herdeiro dos dois grandes totalitarismos do século passado, o fascismo e o socialismo. Como já escrevi aqui tantas vezes, o primeiro, seguindo a fórmula de Giovanni Gentile, preconizava “Tudo no Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado”. Os socialistas trocaram o “estado” pelo partido, mas a essência é a mesma.
Dilma já havia atravessado o sinal quando emitiu uma nota, com chancela da Presidência da República, para responder a um artigo de FHC, que, de resto, em essência, lhe era injustamente elogioso, fazendo dela uma espécie de vítima de alguns destrambelhamentos do antecessor. Critiquei seu texto. Dilma ajudou a fabricar a “herança”; é uma das principais responsáveis por algumas dificuldades que o país enfrenta na área de infraestrutura. Adiante. Aquela nota, com algumas grosserias desnecessárias desferidas contra o tucano, já era uma evidência de uso de uma instituição do Estado — o Poder Executivo — e de uma repartição do governo — a Presidência da República — para fazer um desagravo de natureza partidária (ao PT) e política (a Lula). Ora, o partido dispõe de medalhões em penca para responder. Mas a cúpula dos companheiros praticamente exigiu uma resposta. A imprensa áulica chegou a noticiar que os petistas “aprovaram” a reação de Dilma… Não me digam! Só não fiquei de queixo caído com a notícia porque já aprendi a não me surpreender com essa gente.
Muito bem! Achando que aquela nota havia sido pouca coisa, que não havia se despido o suficiente do necessário manto do decoro que o cargo lhe impõe — chefe do governo e representante maior da esfera executiva do estado —, Dilma resolveu entrar no ar no intervalo da novela “Avenida Brasil” (ela queria Ibope alto!) para fazer seu suposto pronunciamento oficial sobre os 190 anos da independência do país.
O que se viu ali — íntegra do pronunciamento aqui — foi a presidente da República a usar a estrutura do estado e do governo para fazer proselitismo de natureza partidária e, é inescapável apontar, dado o período, também eleitoral.
Sim, sim, como de hábito, a fala oficial veio recheada com aquelas mentiras de tom grandiloquente, que nos enchem o peito de orgulho cívico. Todos gostaríamos de morar no país dos presidentes, nos estados dos governadores, nas cidades dos prefeitos, não é? Eles têm sempre um olhar bastante direcionado para tudo o que há — e sobretudo para o “a haver” — de bom. Dou de barato que políticos tenham de usar, de vez em quando, essa linguagem miserável para se comunicar. Assim, a presidente foi à TV para declarar que estávamos, pasmem!, vivendo uma “nova arrancada”. O país cresceu 2,7% em 2011. Neste ano, deve ficar pouco acima de 1,5% — Guido Mantega anunciava 4% não faz seis meses… Nova arrancada!
Dilma não teve medo do ridículo, não! Enfrentou-o com altaneira galhardia e, para espanto do mundo — se o mundo desse bola para o que ela diz —, anunciou um “um modelo de desenvolvimento inédito”. “Inédito”, vocês sabem, mesmo nos tempos petistas, quer dizer “inédito”, jamais vindo à luz. E ela explicou como foi que o petismo resolveu botar de pé esse ovo de Colombo: esse modelo seria baseado no “crescimento com estabilidade, no equilíbrio fiscal e na distribuição de renda”.
Parem as máquinas!
Cesse tudo o que antiga musa canta!
O planeta faça alguns minutos de silêncio.
Nunca antes na história da humanidade — afinal, tratamos de algo “inédito” —, um governo tinha tido a ousadia de juntar estabilidade, rigor fiscal (quem dera fosse verdade!) e distribuição de renda. Ainda que o PT tivesse mesmo conseguido juntar esses três ingredientes em doses apreciáveis, será esse modelo “inédito”? A Europa — em crise, sim!, hoje — forjou o seu estado de bem-estar social de que modo? Dilma decidiu recorrer ao diminutivo, certa de que ninguém perdeu poder, eleição ou dinheiro por infantilizar o povo: “O nosso bem-sucedido modelo de desenvolvimento tem se apoiado em três palavrinhas mágicas: estabilidade, crescimento e inclusão.”
“Palavrinhas mágicas”???
Quem tirou o coelho da cartola?
Lula? Dilma?
Ela resolveu atribuir o casamento dessas “palavrinhas” às gestões petistas. Segundo disse, o “novo ciclo de desenvolvimento” vai “alargar bastante o caminho de afirmação e independência que nosso país vem construindo, com muita garra, nos últimos dez anos”.
Entenderam? A “afirmação e independência” vêm sendo construídas nos “últimos dez anos”, nas gestões petistas. Antes, não! No princípio, era o caos. Mas aí se fez a luz. Foi o pior momento da presidente em dois anos de governo. O que vou escrever aqui não é novidade, mas não me importo. Se eles podem ficar repetindo mentiras sem corar, eu posso ficar repetindo verdades sem me constranger. A ESTABILIDADE BRASILEIRA — OU ISSO A QUE SE CHAMA ASSIM — EXISTE APESAR DO PT, NÃO POR CAUSA DELE. E O PT EXISTE NO PODER POR CAUSA DA ESTABILIDADE.
Na oposição, o partido sabotou todas as ações — TODAS, SEM UMA MISERÁVEL EXCEÇÃO — em favor da estabilidade. Vocês conhecem o elenco: foi contra o Real, foi contra as privatizações, foi contra as reformas, foi contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. E porque algumas dessas medidas custaram ao governo desgaste junto à opinião pública, o petismo se construiu como alternativa. No poder, aproveitou-se das medidas cuja implementação tentou impedir.
A Dilma que disputava eleições, como todo candidato, podia mentir um pouquinho, fazer promessas que jamais cumpriria — não vai entregar os três milhões de casas até 2014 ou as mais de 6 mil creches, só para citar duas. A presidente da República, no entanto, tem um compromisso com a verdade que lhe é imposto pelo decoro do cargo. Afirmar que a estabilidade é obra de seu partido é um sequestro da história, perpetrado em cena aberta pela presidente que criou, ora vejam!, uma “Comissão da Verdade”. Se um grupo a serviço do estado com esse nome já é um achincalhe à inteligência, depois do discurso do dia 6, virou uma piada.
Descolada ainda do compromisso de falar a verdade, anunciou a presidente:“Ao contrário do antigo e questionável modelo de privatização de ferrovias, que torrou patrimônio público para pagar dívida, e ainda terminou por gerar monopólios, privilégios, frete elevado e baixa eficiência, o nosso sistema de concessão vai reforçar o poder regulador do Estado para garantir qualidade, acabar com os monopólios, e assegurar o mais baixo custo de frete possível.”
Os fatosPoucos se lembram, mas eu me lembro, que Dilma anunciou justamente para as estradas federais o seu revolucionário método de concessão. Deu-se em 2007. Elio Gaspari até chegou a ficar encantado, como sabem. Antevi a falência de sua obra no mesmo dia. Tanto é verdade que agora ela decidiu lançar um novo programa. E, como se vê, faz questão de satanizar o passado.
Ora, ora, ora… As ferrovias também são concessões. E estão submetidas a uma agência reguladora. O PT está no poder há dez anos. Então assistiu ao insucesso de uma determinada prática e deixou tudo como está? Por que o governo não usa os instrumentos legais que têm para garantir a eficiência do sistema? Porque é incompetente!
Desde o governo Lula, o país vive engabelado por planos mirabolantes de aceleração dos investimentos e do crescimento que, não obstante, não saem do papel. Como informava Fernando Dantas no Estadão de ontem, “a taxa de investimento da economia brasileira caiu quase o tempo todo durante o governo de Dilma Rousseff, indo na direção contrária ao objetivo da presidente de levá-la ao nível de 22% a 23% do Produto Interno Bruto (PIB).” Ou ainda: “Dilma iniciou seu mandato com uma taxa de investimento acumulada em quatro trimestres de 19,46% do PIB, que caiu para 18,83% em junho de 2012, tornando cada vez mais difícil alcançar o objetivo.”
Essa é a verdade dos fatos.
Não! Eu não espero que um governante vá à TV dizer verdades incômodas sobre o país ou sobre a sua gestão. Mas é o fim da picada que ocupe a máquina do estado para o simples proselitismo, como fez a presidente — esquecendo-se, entre outras coisas, de que exerce seu cargo para todos os brasileiros, inclusive e muito especialmente para quem não votou nela ou em seu partido. O que distingue a democracia da ditadura não é necessariamente haver um governo que conte com o apoio da maioria — todos os facínoras, num dado momento, gozaram de prestígio popular. O que distingue a democracia da ditadura é o fato de que se respeitam as vozes da minoria, dos que divergem, dos que dissentem, dos que discordam. Ao tentar sequestrar, mais uma vez, a história, Dilma se esqueceu de que também é presidente dos adversários que tiveram sua obra pisoteada.
Dilma errou no conteúdo, errou no tom, errou até no tempo. Amanhã, anunciou ela naquele discurso, divulga o pacote para baratear a energia doméstica e das empresas. Que tenha, nesse ato, o decoro que não teve no pronunciamento do dia 6. E que tome o cuidado ético — será? — de não associar esse anúncio à sua entrada no horário eleitoral do PT.
Os petistas, especialmente a ala sindical ligada aos servidores, estão bravos com a presidente. Ela resolveu acenar para o petismo lulista com aquela nota atacando FHC e com o pronunciamento desta quinta. Lembrava, afinal, o que alguns tentam — até o ex-presidente tucano — esquecer de vez em quando: afinal de contas, ela é um deles, ainda que não seja a preferida da turma.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Procura-se um vice-prefeito


Os bastidores das Eleições 2012 estão a todo vapor, isso a grande maioria sabe, as reuniões tem acontecido em todos os lugares, nas casas, nos bares, nas ruas, a prefeitura mais uma vez, e sempre, cabide de emprego.

O governo agora é trabalho procura desesperadamente um vice, sem muito sucesso, e mais uma vez se faz jus as palavras citadas no blog sobre as alianças governistas do governo agora é trabalho, para ver matéria clique aqui

Então, você que acredita que a derrota vangloria o homem, candidate-se a vaga, pois está aberta e ninguém sabe quando vai fechar.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Análise sobre o Governo Agora é Trabalho


O governo "agora é trabalho" apresenta um ar de uma política bem-intencionada, de um tio sempre disponível aos sobrinhos e até parece acreditar no que diz. Imagina que vai bem, que as metas estão sendo cumpridas, que formou uma boa equipe de auxiliares (Aqueles que demonstraram tamanha incompetência, e ainda acreditam na piada que serão eleitos vereadores e foram todos exonerados essa semana, já dizem por aí que o prefeito quer apenas pessoas que realmente estejam ao seu lado para substituir os exonerados, então vai ser difícil encontrar). Contudo, o primeiro ano de governo agora é trabalho foi marcado pela a má gestão do dinheiro público, por atrasos salariais e por uma irritante paralisia administrativa.

Sei que ao lerem essa postagem irão dizer: E o estádio? Será que ele não viu? Vi! Mas em um ano de governo não obter pelo menos essa conquista, alguns refletores, uma pintura e um telhado em uma estrutura que é a mesma do século passado, rasgue o diploma de prefeito (um dos poucos diplomas que ninguém precisa estudar para obter), entregue as baratas, assim como entregou as ruas desse município, isso tudo se resume na insuficiência de investimentos públicos, numa economia sabe lá Deus pra quê, mas sabemos que esse é ano é ano político, esse é o motivo da festinha regada a bajulação de locutor, sabendo que esses são profissionais e são pagos para falarem bem, se não, não recebem.


A ausência de projetos que realmente aconteça e o descompromisso com o futuro da cidade são evidentes. O pouco – muito pouco – que funciona nesse município é produto de mudanças que tiveram início no final do século XX. A ausência de novas iniciativas é patente. Sem condições de pensar o novo, resta ao governo maldizer os governos passados, e agora é trabalho, vira conversa fiada. 

Então servidor público comece a fazer um fundo de reserva de agora, pois ninguém sabe o que vai acontecer depois do dia 07 de outubro.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Mini dicionário linguístico do Governo e Base Aliada de Santana do Araguaia


A
ALIANÇA GOVERNISTA - Maior ajuntamento de “traíras” que irão pular fora quando o barco tiver afundando, em julho deste ano, quando começar as campanhas eleitorais.
AUMENTO DE SALÁRIO - Repasse do Governo Federal.
AGENTE COMUNITÀRIO - 1. Vagabundos. 2. Desocupados. 3. Fazedores de bico.
B
BASE ALIADA - 1. Base alugada. 2. Bando formado por lideranças de diferentes partidos que arrendam a fidelidade ao governo, por prazo determinado,  em troca de secretarias com porteira fechada (cofres incluídos), nomeações para cargos públicos, familiares incluídos, dinheiro vivo e favores em geral.
BICHO DE PÉ - Oposição de menor calibre do governo, mas um dos poucos que mostra a cara.
C
CARGO DE CONFIANÇA - 1. Empregão reservado a amigos do Governo ou parceiros e parentes da base alugada, que nem precisam perder tempo com concurso para ganhar um tremendo salário sem trabalhar. 2. Pagamento de favor. 3. Bocada das boas.
CONTRATOS SEM LICITAÇÃO - Assalto aos cofres públicos sem risco de cadeia.
CONTRATOS - Maior programa de compra oficial de votos do Município.
CONTRATADOS - Peças fundamentais no PRJ (Matéria publicada no Blog dia 02 de março, para ver clique no link:
D
DITADURA DO PROLETARIADO - Forma de democracia tão avançada que dispensa o povo e os servidores de darem palpites porque o governo sabe tudo o que o povo e os servidores precisam.
DEUS – Usado em todos os discursos para justificar falta de capacidade.
E
EDUARDO DA MACHADO - Categoria em que devem ser enquadrados todos os partidos e indivíduos que não fazem parte do governo.
ESCÂNDULO - Palavra abolida do governo.
F
FAXINA ÉTICA - 1. Limpeza simulada para aumentar a sujeira.  2. Truque concebido para trazer a tona secretários e funcionários do segundo escalão dos governos passados. 3. Serviço executado por faxineiras que não conseguem viver sem lixo por perto.
FAXINEIRA - Fantasia usada pelo Governo para fingir que varreu o lixo empurrado para baixo do tapete ou guardado no bolso do avental.
FUTURO MELHOR - Explicação do Governo para atrasos de salários.
FESTA DO DIA DAS MÃES - Segundo maior programa de compra oficial de votos do município.
G
GOVERNABILIDADE - 1. Graça concedida a governantes, secretários e vereadores que são justos na divisão dos lucros. 2. Palavrão que justifica todas as barganhas entre o governo e a base alugada. 
GREVE -  Forma de chantagem a serviço dos opressores do povo (quando a paralisação prejudica o governo).
H
HIPÓCRITAS MAL AGRADECIDOS – Servidores contrários ao governo.
HOMEM DE POUCAS PALAVRAS – Como se define o chefe maior, julgando que silêncio e a discrição são evidências de pensamento e ponderação (Na maioria das vezes isso é mesmo falta do que falar).
HOSPITAL MUNICIPAL - Única alternativa reservada a quem não tem dinheiro para procurar tratamento fora da cidade.

I
IMAGINAÇÃO - Maior canteiro de obras que só existe no mundo dos sonhos e ninguém nunca viu.
INCLUSÃO SOCIAL - Doação de prêmios em praça pública.
INUDAÇÃO - Desastre natural provocado por chuvas fortes na Zona Rural que, embora se repitam em todos os verões desde o século passado, continuam surpreendendo o governo.
J
JUSTIÇA SOCIAL - Expressão que induz um catador de lixo a acreditar que a única diferença que o separa de um vereador é que um deles dá gorjeta e o outro recebe.
K
KKKKKKKKKK - Risos.
L
LAGO – Lamas que fecham uma rua inteira.
M
MÍDIA GOLPISTA – 1. Imprensa independente. 2. Jornal 3ª via. 3. Blog Bicho de Pé.
N
NÉ? - Sinônimo de “não é?” usada pelo governo para permitir que os neurônios repousem alguns segundos depois de uma frase sem pé nem cabeça e antes de outra que não tem começo, meio ou fim.
NUNCA ANTES NESTA CIDADE - 1. Expressão decorada pelo chefe maior para mencionar que Santana do Araguaia começou em maio de 2011 e que foi ele quem fez tudo.
O
OU SEJA - Expressão usada pelo chefe maior para avisar que, como também não entendeu o que acabou de dizer, vai recitar o mesmo mistério com outras palavras.
ORÇAMENTO – Maneira de saber se vai sobrar uma pontinha particular.
P
PREFEITURA - 1. Mãe. 2. Casa, comida e roupa lavada. 3. Vaca. 4. Prostituta.
PEDRA FUNDAMENTAL - Obras que serão construídas no verão dos sonhos.
PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA - Figura jurídica usada em Santana do Araguaia para ensinar que todo culpado que faz parte do governo é inocente.
R
RECURSOS NÃO-CONTABILIZADOS -  Dinheiro extorquido sem recibo de donos de empresas que enriquecem com a ajuda do governo, empreiteiros de obras públicas ou publicitários presenteados com contratos sem licitação.
S
SEGUNDO ESCALÃO - Cabide de empregos que o governo usa para estimular, saciar ou diminuir a fome e a sede dos seus favorecidos.
SINDICALISTAS - Amigos íntimos do governo.
SIMSEPSA - Entidade que representou os servidores municipais até ser municipalizada e passar a servir a dois senhores.
T
TRABALHO - Palavra usada para justificar todas as palhaçadas do governo, inclusive atrasos de salários.
U
UNIÃO - Reunião em lugares fechados, onde um “peida” e todos sentem juntos.
V
VAGABUNDOS - Servidores que reivindicam seus direitos.
VEREADORES - 1. Parasitas. 2. Sanguessugas. 3. Base alugada.
X
X DA QUESTÃO - Ninguém nunca sabe qual é.
Y
YURE NICOLAU - 1. Servidor público revoltado com o governo.

ZERO ZERO BOLOTA QUEM QUISER BATE NA PORTA - Número  de vários órgãos públicos que não tem uma linha telefônica para atender a população.

Para mais sugestões de palavras, adicione como comentário...
O BICHO DE PÉ AGRADECE.

(De Reinaldo Azevedo, adaptado por Yure Nicolau para a política local)