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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A Liga da Justiça


Os super-heróis destemidos, que travaram os mais belos embates a favor do povo santanense, os autos proclamados: Liga da Justiça.

Ouvi os discursos de alguns dos atuais vereadores, não vi ali homens disputando uma reeleição, e sim uma espécie superior, quase  semi-deuses. Exemplos de honestidade, perseverança, heroísmo, de lutas a favor do povo, travadores de duelos de titãs...Ouvi até declarações de amor ao povo santanense (que honra, isso me inclui! rsrsrs).

Frases como essas parecem piadas, mas não é (As frases segue em vermelho, eu sigo em verde)... O compromisso continua! Com quem? Aonde? Certamente com essa cidade não é! Vou continuar lutando para o bem estar desse povo! Que povo? O povo da casa dele? Ou mudou o próprio nome para povo? Deve ser, pelo menos é a única explicação lógica que encontrei. Vou continuar defendendo o servidor público! Aquele que ele arranjou uma vaga? Um parente? Um amigo? Não irei continuar para preservar minha sanidade mental.

Hoje Santana está do jeito que está, saiba que grande parte da culpa é desses homens aí, que compõe a Liga da Justiça! Por que? Porque vendem fácil o que não tem preço, DIGNIDADE NÃO TEM PREÇO! 

Recito aqui Eça de Queirós:

POLÍTICOS E FRAUDAS DEVEM SER TROCADOS DE TEMPOS EM TEMPOS, AMBOS PELO O MESMO MOTIVO.

Quer um conselho amigo eleitor? 



quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Eu não gosto de política


Inúmeras vezes, incontáveis vezes, tenho ouvido de amigos essa frase, proferida como suma expressão de bom gosto e de elevada sensibilidade moral e estética. É como se estivessem acrescentando: “Prefiro Thomas Morus, prefiro Chopin, prefiro os pintores impressionistas…”
Sistematicamente respondo tal observação com um comentário: “E quem te pediu para gostar?” Gostar ou não gostar de política é absolutamente irrelevante, como irrelevante é gostar ou não gostar de inúmeras coisas indispensáveis à vida cotidiana no mundo em que vivemos. E note-se, muitas delas são tão decisivas para nossa existência que, apreciando ou não, nos empenhamos em fazer bem feito o que nos corresponde.
A política é uma dessas coisas decisivas, realidade irremovível da vida de quem se recuse a viver no mato. E é uma realidade com fortíssimo poder de determinação sobre a qualidade da vida social e econômica, sobre os valores, sobre a dignidade da pessoa humana e sua concretude, sobre o progresso e a civilização.
Boa parte do que podemos relacionar como especificamente individual, e praticamente tudo o que se abriga com o agasalho social, depende da política. Portanto, repito: gostar ou não é uma questão apenas sensorial. Já o desinteressar-se é atitude moralmente irresponsável.
Ninguém dirá que, por não gostar, se afasta, desdenhoso, do trabalho que faz, dos filhos cujas fraldas precisam trocar e dos pais enfermos que precisam ser cuidados. Da mesma forma, estamos irrevogavelmente condicionados por preceitos e realidades determinados pela política. A política é uma das várias dimensões naturais da pessoa humana. Entramos nela pela concepção e não saímos dela nem depois do enterro porque, é pela via política, que nossas disposições testamentárias encontram base legal e vigência.
Formulo então para os leitores uma confidência: eu também não gosto da nossa política. Aliás, estou convencido de que para gostar da política nacional, com a temos hoje, se requer uma absoluta ausência de bom gosto. Quase tudo, nela, causa engulhos aos estômagos mais sensíveis. E é exatamente por isso que ela me interessa, que procuro estudar e conhecer as causas determinantes de seus incontáveis descaminhos e que me dedico a apontar novos rumos institucionais capazes de fazê-la servir como deveria ao bem comum.
Cidadão que me lê. Saiba que você é cidadão porque vive numa sociedade política. Queira ou não queira. Pode fazê-lo de modo mais abrangente, inclusive como participante do jogo eleitoral na condição de dirigente partidário, candidato, detentor de mandato ou cargo político. Mas não escapa de participar, ainda que em forma de inserção menos proativa (para usar uma expressão da moda), como eleitor.
No entanto, ainda que apenas como eleitor, você tem imensa responsabilidade moral em relação ao seu voto e ao interesse que aloca na formação de seu discernimento e de seus critérios de decisão. Se você, como tantos, vota em qualquer um (e qualquer um costuma ser o tipo do sujeito que faz qualquer coisa) ou vota em alguém pensando no seu próprio interesse, não se surpreenda quando aquele em quem votou passar a cuidar do interesse dele mesmo. Tal conduta estará apenas reproduzindo a sua. Ou não?

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Amanhã as Campanhas Políticas estarão liberadas


Vai começar...
Vai ser dada a largada!
É amanhã (07 de julho).
Aquelas musiquinhas que todo mundo conhece, e que você adora, ou não, transformadas em paródias com nomes e números de candidatos.
Isso mesmo!
Vai passar na sua rua na hora em que o bebê dormiu, e vai acordá-lo, fazendo de você a pessoa mais feliz do mundo...
Novamente as mulheres de Santana serão as mais bonitas do país e não poderão andar nesse calçamento horrível, nem pegar poeiras no cabelos após sair do salão de beleza... Tudo é lindo, tudo é maravilhoso!!!
Mais uma vez aquele seu amigo, ou parente, que só vem na sua casa de 4 em 4 anos vai te visitar, te dar um abraço apertado, e fazer aquela pergunta: "Como é que estamos?"

Semana que vem lhe apresentarei um remédio ótimo para curar essa doença que alguns políticos tem de achar que você é trouxa!!!! 

quinta-feira, 28 de junho de 2012

No jogo do bicho político dessa semana deu traíra

Nada na política santanense é estranho ao estômago!

Não existe em nenhum lugar mais coerência do que essa merda pronta que aí está.

No jogo do bicho político dessa semana deu traíra (pelo menos foi o que mais vi). Mas como assim deu traíra? Traíra não tem no jogo do bicho!

É verdade, no jogo do bicho não tem, mas no jogo do bicho político esse bicho é tão comum quanto andar pra frente. "Em política todos os seus amigos são falsos, e todos os seus inimigos são verdadeiros", em algum momento um “amigo” vai te puxar o tapete e te jogar na lona, é o MMA psico-político (a Câmara de Vereadores atual levou isso ao extremo, e o “pau comeu” no sentido mais ralé da expressão).

Lembra-se daquela historinha que contei aqui no “Bicho de Pé” sobre inferno e paraíso? (pra quem não viu clique aqui) Ela será contada de novo pra você, claro que o final vai ser mais bonitinho e cheia de segundas, terceiras e quartas intensões, mas depois da historinha concretizada através do seu voto, a historinha volta ser a mesma que contei.

E mais uma vez os fins irão justificar os meios, e os meios justificarão os fins, foi assim nos últimos três anos e meio, todo esse bolo fecal que aí está são respostas de como os votos foram concedidos a estes...

E o jogo do bicho político que deu traíra essa semana, aposto com quem quer que seja, continuará dando traíra durante um bom tempo (quando mudar aviso), porque traíras entre os mais de 100 candidatos que aí estão são muitos, mas alguns são mais traíras que outros.

Porém a grande verdade que existe no meio disso tudo é esta: muitos dos traíras já estão identificados, tem até selos na testa. Procure escolher melhor suas apostas.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Que tal a ideia?


Recebi esse texto no meu e-mail e achei um tanto interessante, como me pediram para repassar, estar aí....

Já que colocam fotos de gente morta nos maços de cigarros, por que não colocar também:
- de gente obesa em pacotes de batata frita,
- de animais torturados nos cosméticos,
- de acidentes de trânsito nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas,
- de gente sem teto nas contas de água e luz, e

- de políticos corruptos nas guias de recolhimento de impostos?