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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Pato tem perna curta e mentira também!!!




Mais uma vez a coerência do jogo faz todo sentido do mundo...

No jogo bicho político da semana deu... PATO!

Por que pato? Porque pato é igual mentira, tem perna curta e o pé grande!

Mais uma vez estamos por aí a ouvir o conto do vigário de quem nada fez, na está fazendo e nada fará por essa cidade. A atual Câmara de vereadores é a pior de todos os tempos, sem dúvida alguma, tão ineficaz que fez campanha para a próxima, que de modo algum pode ser tão ruim quanto essa. Digam amém gente! Digam amém!

Os vendedores de ilusão estão nas ruas vendendo tesão pra te dar satisfação, como uma masturbação mental, que até é gostosinho, mas no final gozamos só e em menos de cinco minutos. E o gozo solitário do tijolo na porta da casa, do saco de cimento, da areia, da telha, da cesta básica, da carona para o banco é tão ineficaz quanto mascar chiclete para resolver uma operação de álgebra abstrata, saímos do nada para porra nenhuma, temos um prazer imediato, depois passa e Santana não evolui. Já dizia o poeta: Sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só, mas sonho que sonha junto é realidade.

Agora, mais uma vez tudo é possível, os projetos são realizáveis, novamente teremos os fiscais do povo, aqueles que fiscalizaram apenas o próprio bolso, agora vão fazer o que não fizeram durante quatro anos...

Como disse: No jogo do bicho político deu pato e pato tem perna curta! Que conhecidência!?!?! 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

O preço da mudança


Caro amigo Yure na necessidade de produzirmos reflexões que dividir este texto que talvez retrate o momento que vive Santana, desde já agradeço a publicação do texto que recebi de um amigo professor Adilson Nobre Maranhão.



O preço da mudança não está inscrito no níquel ou na moeda dos poderosos que pretendem o poder. Nem no boi comido do fazendeiro do imediatismo de sua pretensão ilusória do real capitalismo imbuído na ganância do problema da fome por eles causado no modelo corrompido pelo qual fazem política. Ou do presente de grego, como a raposa que quer pegar a galinha dos ovos de ouro, como acontece nas datas festivas.


Quando a realidade não está batendo com as expectativas daqueles que a alto preço pagam pelo sistema que remonta a dinâmica social de um povo, o que resta é mudar. No entanto, muitas armadilhas de faces semelhantes se escondem em novas nuances, cujas pistas se revelam em posturas ou no vazio de pretensas palavras que articulam na sombra de capitalistas no sentido de “comprar” o poder. O povo é testemunha de muitas experiências tais quais aqui citadas nas subentendidas linhas.

Estou me referindo aos casos de compra de votos que põe especuladores, capitalistas e aventureiros no poder – cotados pelo poder potencial do tamanho do bolso; o que compromete a democracia, o bem estar social e qualidade de vida, porque subtrairão, no futuro, os recursos em proveito próprio ou usam-no em “articulações políticas” no sentido de se garantir, ou manter suas bases políticas “obscuras”.

Não é em termos gerais, mas o que esperar de indivíduos que, em suas palavras revelam a ignorância, ou creem que outros achem que seus longos anos de experiências reprovadas seja tábua de salvação? “Homem sem saber, mundo às escuras”, assim dizia Baltazar – em A arte da Prudência. Já um pensador indiano estava mais certo ainda quando afirma “O que me preocupa não é o grito dos maus. É sim o silêncio dos bons” diante do que acontece e do progresso do mal.

O preço da mudança não se encontra quando se deposita confiança em capitalistas especuladores, agiotas, fazendeiros oportunistas ou atravessadores de deputados (-as) que se elegeram a título de ações espúrias da mão invisível da corrupção ativa de municípios que (tal qual), sofreram as consequências pela evasão da riqueza dos povos de lá ou de cá.

Muitos não tem ideia de política pública, mas são mestres em política partidária. Que, com o dinheiro de todos, governam pra facção. Quem só enxerga pelo viés da política partidária, não governará para todos, e sim para uma “parte” e alguns empresários que enriquecem com o sistema.

Consequentemente não planejará para o desenvolvimento, porque a pedra no caminho chamada “corrupção” é o grande e “deleitoso” problema.

O preço da mudança está na liberdade, consciência e cidadania expressa no protesto de romper com o modelo pernicioso que pretende perpetuar.

Barromeu

terça-feira, 17 de julho de 2012

Sinais de corrupção...


Esse texto recebi hoje do professor Barromeu. Sendo assim um texto de grande valia aos leitores do "Bicho de Pé" resolvi publicá-lo como post no Blog.
Vamos ao texto...

Preste atenção aos sinais que os prefeitos corruptos emitem, os principais são: 

1.Sinais exteriores de riqueza: Quando eleito, amigos e parentes exibem bens de alto valor, adquiridos de uma hora para outra, como pick-ups (SUV's), imóveis de luxo em São Luís (ou fazendas no interior) e todos os filhos passam a estudar Medicina em universidades particulares. É o chamado "kit prefeito". Desconfie também quando o padrão de consumo não for compatível com a renda, como grandes viagens, festas ou despesas em bares e restaurantes.

2.Resistência a prestar contas: Se o prefeito dificulta o acesso à informação, especialmente sobre os gastos da Prefeitura, desconfie. Por lei, todo cidadão tem direito a esse tipo de informação. No caso do Maranhão, o TCE-MA através da IN nº 09/2005, informa que o município deve deixar à disposição da população, no serviço de contabilidade, uma cópia da prestação de contas do exercício anterior.

3.Falta crônica de verba: O orçamento da Prefeitura é calculado para cobrir os serviços básicos da cidade. Sinais de abandono ou negligência podem ser indicadores de má administração ou desvio de recurso público.

4.Parentes e amigos empregados: Uma dos artifícios mais utilizados para o pagamento de favores de campanha é a contratação de correligionários, amigos e parentes no serviço público sem necessidade real.Ou seja, a Prefeitura é utilizada para empregar cabos eleitorais e lideranças cooptadas durante a campanha eleitoral. São os famigerados "acordos".

5.Não divulgação dos gastos públicos (falta de transparência): A Lei Orgânica do Município obriga o prefeito a divulgar diariamente o movimento do caixa do dia anterior. Ele também deve tornar público o balancete mensal da Prefeitura.

6.Transferências de verbas orçamentárias: Remanejamentos de grandes somas são suspeitos. Desconfie de transferências de verbas acima de 5%. O prefeito pode subverter todas as prioridades originais com grandes transferências entre as rubricas. Isso pode em algumas situações ser feito para atender necessidades emergenciais, mas na maioria das vezes é feita para atender interesses eleitorais e pessoais dos prefeitos. É preciso uma análise cuidadosa das transferências, e elas deveriam ser analisadas pela Câmara Municipal.

7.Perseguição a outros administradores honestos: Os corruptos tentam eliminar qualquer obstáculo ao seu esquema de enriquecimento ilícito. Um sinal de que há corrupção é quando há perseguição a administradores honestos.

Se o seu prefeito comete pelo menos um desses "pecados" fique de olho, reúna provas e denuncie.

BARROMEU

quarta-feira, 11 de julho de 2012

SIMANCOL NELES!!!


Semana passada prometi apresentar um REMÉDIO pra curar a doença que muitos políticos tem de achar que você é trouxa, palhaço, idiota, desmemoriado,...


O remédio é este:


Como você pode ver SIMANCOL é de uso anal e serve apenas para adultos, principalmente para os políticos corruptos, mas serve para seu amigo babaca também, para aquela vizinha fofoqueira, para aquele seu colega de trabalho que acha que você é empregado dele...


Se aquele seu "amigo" que só aparece em sua casa de 4 em 4 anos lhe visitar durante esses 3 meses... SIMANCOL NELE!


Aquele que só te cumprimenta em período eleitoral... SIMANCOL NELE!


Aquele que só se preocupou com o próprio bolso, nada de educação, cultura, esporte, infraestrutura, saneamento, asfalto... SIMANCOL NELE!


Aquele que fala bonito, pega seu filho no colo, recita poema se for preciso, te oferece R$... PEGUE PORQUE O DINHEIRO É SEU, MAS DEPOIS... SIMANCOL NELE!


Aquele que apenas extorquiu dinheiro público e acha que você é um desmemoriado, burro e cego... SIMANCOL NELE!


SIMANCOL SERVE PARA UMA PORRADA DE OUTRAS COISAS, PARA SUGESTÕES PODE DEIXAR SEU COMETÁRIO AÍ NO RODA PÉ DA POSTAGEM...


Atenção SIMANCOL é um medicamento, seu uso pode trazer risco, se o paciente não quiser tomar, dê a força.


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Que tal a ideia?


Recebi esse texto no meu e-mail e achei um tanto interessante, como me pediram para repassar, estar aí....

Já que colocam fotos de gente morta nos maços de cigarros, por que não colocar também:
- de gente obesa em pacotes de batata frita,
- de animais torturados nos cosméticos,
- de acidentes de trânsito nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas,
- de gente sem teto nas contas de água e luz, e

- de políticos corruptos nas guias de recolhimento de impostos?


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Sexta-feira 13, cuidado com os vereadores corruptos, eles dão azar!

Hoje, para os mais desatentos ao calendário, é sexta-feira 13, dia do azar. É bom tomar alguns cuidados. Não falo para você tomar banho de sal grosso, andar com trevo de quatro folhas, pé de coelho e/ou evitar ver gatos pretos, passar por debaixo de escada, quebrar espelhos, etc…

Mas é bom não passar em frente de vereador sanguessuga, ele pode pedir seu voto e isso dá quatro anos de azar...

E já chega!

sexta-feira, 23 de março de 2012

A Cidade Nua


Santana do Araguaia está nua. Ninguém, em sã consciência (a não ser que esteja recebendo uns agrados por fora), afirmaria que a atual administração do município vai bem. O governo “agora é trabalho” (só o lema já é algo contraditório) é péssimo, tão ruim que ouvi da boca de um servidor, um anti-Alegria, “que saudade do Alegria!” O servidor errou na forma, mas acertou no conteúdo, saudade é uma palavra muito forte, e vem a tona o velho, mais eficiente ditado: trocamos seis por meia dúzia.
As causas mais evidentes da perca de credibilidade deste governo com a sociedade e os servidores estão na lentidão, na falta eficácia, de eficiência, na corrupção institucionalizada nas bases do governo e em suas secretarias, nos atrasos constantes de salários, na falta de remédio, na falta de reagente pra realizar exames de rotina, na falta de merenda escolar e na péssima qualidade da mesma, notas superfaturadas, nas ruas mal iluminadas, mesmos com uma empresa de eletrificação terceirizada para o serviço, na operação tapa buracos com entulho, na máquina encharcada de contratados e em justificativas incoerentes com a atual situação do município, como uma fuga da realidade.
A peça teatral interpretada pelo governo deste município, já esgotou seus figurinos, e agora atua como um monólogo, que quando fala, fala, fala e não diz nada, nada acontece. Padece no vício onde as palavras substituem a ação. Mas às vezes o monólogo se cala, julgando que silêncio e discrição são evidências de inteligência e ponderação, na maioria das vezes isso é mesmo falta do que falar. É uma pausa depois de um discurso sem pé nem cabeça, antes de outro que não tem começo, meio e nem finalidade.
A tranquilidade esboçada pelo governo será desistência de uma reeleição? É apenas mesmo só incompetência? Ou é também uma estratégia no verão dos sonhos, na última hora, facilitar os sobrepreços, numa espécie de corrupção em amor a Santana? Recordando que esse ano é ano eleitoral, e as “doações” são sempre bem-vindas...
O SIMSEPSA que poderia ser uma justiça que faz, que age, que lidera processos, que estimula o debate público, que poderia estar no centro dos debates, abandonou os servidores da saúde após 12 dias de atrasos de salários, no terceiro mês consecutivo, em outros tempos, no sexto dia útil do mês expediria um mandato de segurança pedindo para que seja realizado o pagamento, mas o sindicato agora serve a dois senhores, na última reunião realizada, uma das poucas onde os servidores foram realmente convocados, ficou marcada por um discurso de desespero, marcada pelo esquecimento do feito de Getúlio Vargas na Constituição de 1934, onde sancionou a lei de insalubridade, esqueceram a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), esqueceram que os guardas recebiam horas-extras até 2008, ignoraram que em janeiro o governo federal já tinha sancionado os 14,01% e negar o aumento seria defasar ainda mais um salário já defasado, porque ainda temos percas 8,99%, mesmo com o tal aumento, isso tudo se resume numa nota triste no jornal 3ª Via – o prefeito deu... – deu o escambau! São direitos adquiridos, não é favor, não é doação.
A peça teatral representada pelo governo, ainda não acabou, apesar de o figurino já está esgotado, a peça continua no ar até o último dia deste ano. Ainda veremos quantas obras serão inauguradas, sem ter sido realizadas no verão dos sonhos, o maior canteiro de obras, que só existe no mundo da imaginação. E a cidade nua mais uma vez pede socorro. Exagero? Exagero é a matéria-prima das piadas, mas essa piada não tem graça.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Os Colarinhos-sangrentos



Existem muito tipos de assassinos. Existem “serial killers”: assassinos em série e existem “mass murderers”: assassinos de massa. E existem os corruptos que roubam o dinheiro do Estado, chamados “colarinhos-brancos”. 

Serial killers são horrendas deformações dessa obra magnífica que é a mente humana. Quando descobertos, e presos, julgados, condenados, geralmente sabe-se a extensão de seus crimes, quantas pessoas mataram, como, onde. Se tudo corre bem, encerram-se suas trajetórias macabras, Francisco Pereira, o Maníaco do Parque, é um exemplo.

Assassinos de massa são bombas psíquicas que explodem em raiva e loucura e massacram inocentes ─ como Anders Breivik, o norueguês fascista, ou  Charles Whitman, o atirador da torre de Austin. Seus efeitos maléficos também são mensuráveis e limitados.

A terceira categoria, os “colarinhos-brancos” são uma espécie de cônjuge infiel desta cônjuge complacente que é a sociedade. Ontem à noite (Domingo, 04/03/2012) foi exibida no Fantástico uma matéria que mostrava as ações de vários destes malfeitores da vida pública, desvios, roubos, apropriação de bens públicos, nada nos deixou perplexo, desde os primórdios deste município até os dias de hoje vimos de perto fatos iguais ou mais mirabolantes que estes.

Essa terceira categoria criminosa arma trampolinagens, falcatruas, mutretas, golpes. Frauda, burla, desvia, suborna e é subornada. Tudo com dinheiro público, frutos do nosso suor, somos um dos povos que mais pagamos impostos de todo o mundo, e somos também um dos mais inertes na hora de cobrar resultados para o mesmo. Quando exposto, os nomes que se encaixam nessa categoria de assassinos, estes borram capas de jornais, viram assuntos em mesa de bar e sujam horários nobres de rádio e televisão durante certo tempo.

Depois, suavemente, os mesmos nomes vão se reintegrando à vida pública. Seus “feitos” vão sendo esquecidos. Alguns são mesmo eleitos ou reeleitos, outros integram ou orbitam órgãos oficiais.

Voltam com ar desafiador ou ar comovente (ou ambos) de injustiçados. Põem a culpa na oposição, culpa a imprensa por difamação e pedem controle sobre ela (“Errar é humano. Culpar outra pessoa é política” Hubert H. Humpherey). E a sociedade, cônjuge complacente, perdoa e aceita, pois esta tem memória curta.

Os “colarinhos-brancos” deveriam ser chamados de “colarinhos-sangrentos”. O que fazem, sem sujar ─ literalmente, claro ─ as mãos, resulta nas mortes de dezenas, centenas, milhares, ou dezenas ou centenas ou milhares de milhares de brasileiros, e Santana do Araguaia também está nessa triste estatística, pois em Santana também são praticados crimes contra o patrimônio público, aqui também se burla, frauda, desvia, suborna,...

Os “colarinhos-sangrentos”, como agora serão chamados, são mais que serial killers e mass murderers. São genocidas, são como bombas atômicas que destroem milhares de uma só vez.

Cada centavo que roubam dentro da estrutura do Estado vai resultar na falta do remédio que dona Fulana esperará e não receberá, lá na ponta, na fila do atendimento público, a tempo de salvar sua vida. Vai resultar na falta de leito ou de médico para o pequeno Fulaninho ser operado ou tratado ou diagnosticado em tempo de salvar sua vida lá na ponta da fila da cidadezinha cujo nome não interessa aos “colarinhos-sangrentos”, pois este povo só é chamado de “meu povo” por um "colarinho-sangrento" de dois em dois anos em época de eleição, porque um "colarinho-sangrento" não sabe o preço do feijão, não enfrenta fila, não sabe o que é o seu filho estudar com mais de 40 crianças e um professor mal pago (Entre todos os materiais escolares, o mais barato é o professor) e não conseguir progredir, não sabe o preço do gás, não sabe o preço do custo de vida, não sabe porque não tem necessidade de saber.

Estes centavos somados a outros muitos centavos roubados vão resultar nas estradas maltrapilhas que promovem chacinas atrás de chacinas, em pontes em estado crítico como essas de Santana a Redenção, vão resultar em ruas mal sinalizadas e esburacadas como estas semeadas nesse solo que já causaram tantas mortes e acidentes, vão resultar na falta de professores ou de merenda ou de condições de estudo para milhões de pequenos brasileiros que deixarão de ir à escola para irem às ruas, viver rapidamente e morrer jovens, vítimas das drogas, da fome, da prostituição, do desemprego, da desnutrição, da oportunidade que não teve...

Pausa.

Respire.

Respire mais um pouco.

Agora leia.

Como muito do dinheiro público não chega aonde deve chegar, o governo resolve “estudar” um novo imposto para a saúde. Colocar mais de nosso dinheiro à disposição dessas armas de extermínio que são os “colarinhos-sangrentos”. Reforço na ração dos chacais, que, por não matarem com as próprias mãos, acham que seus colarinhos são branquinhos e cheirosos
.
Não são. Não esqueça.

São sangrentos. São imundos.

(Texto de CYRO MARTINS FILHO, no Jornal Zero Hora adaptado por YURE NICOLAU, O Bicho de Pé)